OUSE

''Ouse sonhar pois os sonhadores vêem o amanhã
Ouse fazer um desejo, pois desejar abre caminho para a esperança e é ela que nos mantêm vivos
Ouse buscar as coisas que ninguém mais vê
Não tenha medo de ver o que os outros não podem
Acredite na magia, pois a vida é cheia dela
Mas acima de tudo, acredite em si mesmo, porque dentro de você reside toda magia da esperança, do amor e dos sonhos de amanhã!''

domingo, 17 de janeiro de 2010

Desapego.

Desapego. Estou praticando, sem o perceber. Tanta coisa chegou ao fim e nenhuma lágrima derrubei. Desapego. Acho que foi esse o motivo. Não estou em uma fase nostálgica com saudades do que passou, quero simplesmente olhar para frente e sonhar com o que está por vir. Momentos felizes? Tive sim. Mas, desapego. Ficaram para trás. Estou cansada de viver do que passou, de querer entender. Passsou. Fim. Talvez até esteja sendo dura demais... até mesmo com as pessoas que me acompanharam por esses últimos anos. Mas, desapego. Falar que sinto saudades? Sinto muito, mas não sinto.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

As rosas


É incrível como a própria natureza, se a observássemos bem, nos traz grandes lições de vida. Olhemos-nos as rosas. Tão delicadas, puras, coloridas,cheirosas, belas. Cada cor representa um significado, seja amor, admiração, felicidade, agradecimento. E por isso, são sempre bons presentes para aqueles que amamos. Mas temos que aprender a olhar. A enxergar não apenas o que está a nossa frente, o claro. A enxergar os pequenos detalhes. Logo depois da flor, em seu galho, a rosa tem espinhos. Espinhos que cortam, machucam. Temos aqui um paradoxo. ''Não há rosas sem espinhos''. Se olhássemos de verdade para as tão belas rosas, perceberíamos que não há amor sem dor, tisteza sem felicidade. Que temos que párar de deixar de viver, por medo de sofrer, porque as lágrimas são sim, tão importantes quanto os sorrisos. São elas que nos fazem dar valor aos bons momentos e conhecê-los de fato. Afinal, se não existisse a tristeza não existiria a felicidade. Se todos os momentos fossem iguais, com os mesmos risos, como conhecer a verdadeira felicidade?

''Pra que perguntar se as lágrimas eram de alegria ou tristeza? Alegria e tristeza não são como a água e o óleo, elas coexistem.''

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Direito.


Lembro-me que quando decidi que queria fazer direito estava na oitava série. Porque queria fazer algo útil para o mundo, era o que eu dizia. Estava revoltada com aquela história da mulher da margarina ter sido presa por roubar uma margarina, enquanto um milionário que tinha assassinado os pais, foi solto pelo abeas corpus. Eu iria mudar essa isnjustiça, ou pelo menos tentar. Depois vieram os dias que eu comecei a ver The O.C.. E sim, mesmo no meio de toda aquela, que para uns seria denominada futilidade, consegui ver algumas coisas. Queria ser igual Sandy Cohen. Trabalhar com as pessoas que foram presas e tentar mostrar-lhes um novo caminho. Dar-lhes oportunidades.
Hoje, aqui estou. Prestes a entrar em uma faculdade de direito e finalmente ter a oportunidade para colocar esses planos em ação. Só espero que eu não me perca, não os esqueça. Porque nesse mundo, é fácil esquecer. Fácil se distrair e se esquecer dos verdadeiros objetivos. É fácil esquecer-se de você.
Espero que os dias que virão sejam parecidos com os que eu sempre sonhei. Que neste ano que está por vir e nessa nova fase eu realmente me sinta feliz e realizada. Que no final, eu possa olhar para trás e dizer: foi assim que eu sempre quis.

PS: para interpratação da imagem da foto. A venda que lhe cobre os olhos representa a imparcialidade da justiça, já a espada representa seu poder, enquanto a balança o equílibrio entre as partes envolvidas em um processo de Direito.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Para ser feliz, precisa-se ter ou ser?



Para ser feliz precisa-se ter ou ser? Essa é uma das perguntas que todos nós deveríamos fazer. Felicidade é sinônimo de bens materiais? Muitas das vezes parece que sim. O maior exemplo disso é a atual propagando da coca cola, em que a felicidade é sinônimo de beber coca-cola.Com o capitalismo desenfreado, acabamos esquecendo os verdadeiros valores de ser feliz. Como éramos felizes antigamente. Felicidade está muito mais em admirar as pequenas coisas da vida, como a borboleta voando no céu, ou o Sol lá fora do que em passar um dia no shopping.Pois afinal, para recuperar do estresse ou da tristeza, a melhor solução é ir as compras, como se todo o seu dinheiro que está indo embora, estivesse levando junto consigo todas as suas angústias.
Para essa discussão, muitos falariam: ''se dinheiro não trás felicidade, me dá o seu''. Temos que admitir que o dinheiro trás sim conforto e abre algumas portas, mas não trás a completa felicidade. Se trouxesse as pessoas mais felizes do mundo seriam as mais ricas, é isso não é verdade. Basta olharmos quantos famosos sofrem de depressão e álcoolismo. As pessoas felizes não tem as melhores coisas, elas sabem fazer o melhor das oporunidades que aparecem em seu caminho.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

É natal...


Sempre sonhei com um natal alegre, divertido, cheio de movimentação e presentes. Aquela barulheira de filme americano, com as músicas natalinas, o papai noel e a bagunça da criançada, mas nem sempre foi assim. Hoje, vejo que o mais importante não é isso. O mais importante é estar com a família reunida do jeito que for. Com a prima mais mal-humorada, a cunhada que você não tem tanta simpatia. Simplesmente porque a família, é família. Algo que você terá e sempre poderá contar pelo resto da sua vida. Seja pelo mesmo sangue que corre nas veias ou seja pelo simples fato de estar no mesmo lugar em um dia de natal.
E além de tudo isso, hoje eu vejo que todo mundo nessa vida, independente da profissão, dinheiro ou qualquer outra coisa, só está em busca de um objetivo: ser feliz. Então nessas horas, o mais importante é deixar os ressentimentos e preconceitos de lado, deixar de se importar com detalhes e resgatar toda a alegria e esperança que tem dentro de você, para que o Natal seja simplesmente FELIZ.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Liberdade.


Cada um de nós, no mesmo dia que nascemos, começamos a viver em sociedade. Sociedade chamada de família. Foi essa família que determinou o que iríamos vestir, o que iríamos comer. Foi ela que determinou o nosso nome! Depois o tempo vai passando e nós vamos crescendo a primeira escolha que fazemos talvez quando passamos a escolher nossa cor preferida. Hoje, tenho eu 16 anos. E será que posso dizer que tenho a liberdade? Sim, eu tenho os meus gostos que são diferentes do meu pai, da minha mãe e muitas das vezes das minhas irmãs, mas não são eles que determinam o que eu vou fazer. Por quê? Pelo simples fato de vivermos em uma família. Eu não posso deixar meu quarto na bagunça que eu quero, porque isso vai impedir a minha mãe de entrar no quarto para entrar no banheiro (só o meu tem água quente) e a funcionária de limpa-lo. Eu tenho que aprender a usar a liberdade, o meu jeito de ser com limites para não prejudicar os outros à minha volta.

Não vou negar que isso já não gerou conflitos com a minha mãe. Quando eu tinha 11 anos eu decidi que ia fugir de casa e sai correndo em disparada para o portão. Minha mãe saiu correndo atrás de mim e acabou quebrando a perna. A verdade é que se eu tivesse conseguido fugir, nada ia adiantar. Uma criança de 11 anos não é livre. Precisa da autorização dos pais para viajar para qualquer lugar e se cometer alguma infração, não é ela que vai responder pelos seus atos, e sim seus pais.

Então vamos esperar pelos 18 anos. Com 18 anos você já pode dirigir, ir para onde quiser! Escolher a sua profissão, fazer o que você quiser da sua vida. Com 18 anos você já vai ser completamente livre! Que mentira. Doce ilusão. Mesmo com 18, 20, 30,40 anos ainda temos que nos preocupar com a sociedade. No que você pode fazer e até no que a sociedade vai falar. Afinal, ninguém quer uma empregada com 4 filhos, cujos pais estão presos. E se você quisesse adotar uma criança da favela? Não, você não pode, é uma ameaça à sociedade!

Vivemos em um mundo com milhões de habitantes, cada um de sua nacionalidade, com sua cultura e seus gostos. E por sermos tão diferentes precisamos aprender a respeitar as diferenças e conviver com elas. Evitando o preconceito e respeitando os nossos limites. Parar de pensar em nós mesmo e pensar em até que ponto nossas atitudes refletem no mundo. Porque não adianta, somos todos interdependentes, precisamos um dos outros.

A liberdade sempre será a eterna busca da humanidade. O direito de fazer simplesmente o que você quiser, sem pensar no que vai acontecer. Olhe os mendigos na rua, muitos deles preferem continuar dormindo embaixo da ponte a ir pra um abrigo, pelo simples fato da liberdade da liberdade ser a única coisa que eles têm. Não têm horários, nem obrigações. Mas não adianta: nós somos o reflexo do mundo, que não é só nós. Somos todos. Por isso, somos livres sim. Podemos fazer o quisermos sim, mas com limites. Olhando para todos nós e não só para o nosso próprio umbigo. Porque ainda somos e sempre seremos completamente dependentes.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

''Amanheceu, é hora de voar.''


É hora de não olhar para trás. Seguir em frente.
''I used to carry all the weight of the world, now all I wanna do is spread my wings and fly.''
Voooooooaaaaaaaaaaaar. Voar alto. Alcançar o céu. O seu céu. Com todos os seus sonhos nas nuvens.
Quero me sentir mais feliz do que nunca. Quero me sentir em casa. Quero me sentir protegida. Quero ter alguém para amar. Quero rir a toa. Quero me sentir independente. Quero me orgulhar de mim mesma.

Aqui e agora, eu percebo: ''in the end, you are all you´ve got.''. Pessoas e momentos vem e vão. E ninguém se importa mais com você do que você mesma. Vá atrás dos seus sonhos. Viva a vida que imaginou e seja feliz.